Nova Versão do PVA SPED Contábil 4.0.1

Foi publicada a versão 4.0.1 do programa da ECD, com os seguintes ajustes:
1) Correção do problema da assinaturas a partir da restauração de cópia segurança de ECD parcialmente assinadas.
2) Correção da exceção de Java no leiaute 5 quando com registro 0000 estava incompleto (sem o campo flag do conglomerado, por exemplo).
3) Correção da exceção de Java na importação de ECD no leiaute 5 com registro J800 no formato de anterior, sem os novos campos.
4) Correção da exceção de Java na transmissão de ECD com o número de ordem informado com zeros a esquerda.
5) O programa estava habilitando a edição do bloco K para leiaute 5 e permitindo informar “S” no campo 0000.IND_ESC_CONS. Como os testes do conglomerado ainda não foram concluídos, na versão 4.0.1 foram feitas as seguintes alterações:
Criar ECD: O campo 0000.IND_ESC_CONS (indicador de consolidação) deverá aparecer preenchido com N e desabilitado para edição em todos os leiautes.
Importar ECD (leiaute 5): O campo 0000.IND_ESC_CONS deverá ser válido apenas quando preenchido com “N”. Se for preenchido com “S” exibirá a seguinte mensagem de erro “Nesta versão ainda não é possível a informação das demonstrações contábeis consolidadas pela controladora. O campo IND_ESC_CONS, do registro 0000, dever ser preenchido com “N” e os registros do bloco K, caso existam, devem ser excluídos”
Via José Adriano

Contabilidade a R$ 49,90 é o único caminho a partir de agora?

Resumo: Há momentos em que dá vontade de desistir, pois as mudanças são intensas, velozes e difíceis de acompanhar. Para piorar, os concorrentes oferecem preços baixíssimos e os clientes exigem mais qualidade. “E agora, quem poderá me salvar?”, diria o Chapolin Colorado.
Por Gilmar Duarte
 
Vender preço tem sido a tendência em alguns ramos de atividades, embora não seja uma inovação deste milênio. A prática já ocorria na década de 1990. Por conta da estabilização econômica do Plano Real, inúmeras lojas vendiam mercadorias, a maioria importada da China, por R$ 1,99. O que inicialmente provocou a correria dos consumidores com o tempo mostrou como qualidade apenas os preços baixíssimos.
A agitação do mercado de R$ 1,99 leva a crer que os produtos com preços superiores deixaram de ser comercializados. Enganam-se quem tira esta conclusão, pois apesar de haver público interessado em adquirir preços havia outra parcela, com certeza bem maior, de consumidores desejosos em adquirir produtos e serviços com qualidade e dispostos a pagar mais, muito mais do que simplesmente R$ 1,99.
O modismo de vender preço continua e atinge outros mercados além das lojas de produtos importados de duvidosa qualidade. Há cerca de dois ou três anos surgiram empresas prestadoras de serviços de contabilidade por R$ 49,90, também conhecidas como “contabilidade digital”, que eu prefiro chamar de “contabilidade on-line“, uma vez que mesmo as empresas de contabilidade tradicional são digitais.
O conceito de preços baixos tem ganhado forte apelo de palestrantes, especialistas em marketing, que têm insistido junto aos empresários contábeis nos mais diversos eventos da classe que baixem o preço dos serviços se não quiserem perder os clientes para os concorrentes: as empresas on-line. Eu insistentemente pergunto: será que o único caminho para o empresário contábil é vender preço, ao invés de optar por vender serviços?
            Proponho algumas reflexões:
1)    Quais serviços as empresas on-lineoferecem?
2)    Os clientes conhecem como funcionam os serviços ofertados pelas empresas on-line? E você, conhece profundamente o que elas ofertam ou simplesmente ouviu dizer?
3)    Como o cliente fará para conversar com o contador on-line para dirimir dúvidas e viabilizar soluções para o seu negócio?
4)    Algum sindicato já fez pesquisa para medir a satisfação dos clientes on-line?
5)    Quem atenderá os clientes desejosos de serviços completos e com qualidade?
Não há nada de errado em oferecer preços, pois sabe-se que há público também para clientes de serviços contábeis que não está preocupado com a qualidade. A título de exemplo, os supermercados fazem promoções somente de alguns produtos com preço irrisório, muitas vezes menor que o custo, em meio a centenas deles. O cliente que está na loja comprará outras mercadorias com margem de lucro generosa para compensar os promocionais. Assim, o supermecado alcança dois públicos: aquele que enxerga o preço e o que busca qualidade.
A minha preocupação é em relação ao comércio que simplesmente oferta preço e não tem outros produtos ou serviços para compensar a baixa margem. Qual é o milagre? Estes ramos de atividades, que incluem a contabilidade on-line, apresentam margem de lucro? Como é possível, cobrando preços “aviltantes”? Você pode não acreditar, mas elas lucram sim, pois não há interação do cliente com o funcionário, que é a parte mais cara da prestação de qualquer tipo de serviço. Todo o trabalho de entrada de dados é feito pelo próprio cliente e o software os processará com base nestas informações. A qualidade do serviço é exponencialmente menor e, consequentemente, os custos, pois trata-se única e exclusivamente do processamento de informações geradas pelo cliente. É assim que estas empresas conseguem ter clientes no Brasil todo.
Entendo que o empresário contábil pode escolher entre vender preço ou vender serviços, mas deverá se um especialista no caminho que escolher. Se optar por vender preço precisará conhecer profundamente o mercado e desenvolver um super software que permita ao próprio cliente introduzir as informações, o que vai exigir poucos funcionários. A decisão de vender serviços, ao contrário, implicará em identificar os diferenciais e criar técnicas para comunicar ao cliente, que vai pagar muito mais do que R$ 49,90 se perceber valor no que vai receber.
Quem opta por acomodar-se e esperar para ver o que vai dar, adianto que não vai dar certo. Escolha uma das opções de venda – preço ou serviço – e dedique tempo para estudar. Ao tomar a decisão com dedicação você não precisará do Chapolin Colorado para lhe salvar. Boa sorte!
           
Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como ganhar dinheiro na prestação de serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.
26/02/2017
Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com modificações se houver a prévia concordância do autor.
 
www.gilmarduarte.com.br e o nome do autor.

Conselho Federal de Contabilidade (CFC) edita normas de auditoria

Através da NBC TA nºs 25, 800, 805 e 810 – DOU 1 de 22.07.2017, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou as seguintes normas sobre auditoria das demonstrações contábeis:

a) Emissão de novo modelo relatório sobre demonstrações contábeis (Norma Brasileira de Contabilidade CTA nº 25): orienta os auditores independentes na emissão do seu relatório sobre as demonstrações contábeis referentes aos exercícios ou períodos que se findam em, ou após, 31.12.2016, em decorrência das referidas alterações, considerando as seguintes situações:

a.1) demonstrações contábeis individuais elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, como exigido pela legislação societária, ou de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) (dual compliance), se atenderem, simultaneamente, a essas duas estruturas de relatório financeiro;

a.2) demonstrações contábeis consolidadas elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) (dual compliance), se atenderem, simultaneamente, a essas duas estruturas de relatório financeiro; e

a.3) apresentação das demonstrações (individuais e consolidadas) lado a lado, em um único conjunto de demonstrações contábeis ou separadamente (conjunto contendo as demonstrações contábeis individuais elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e outro conjunto sobre as demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil ou de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS dual compliance), se atenderem, simultaneamente, a essas duas estruturas de relatório financeiro;

b) Auditoria de demonstrações contábeis elaboradas de acordo com as estruturas conceituais de contabilidade (Norma Brasileira de Contabilidade NBC TA nº 800): que dispõe sobre auditorias de demonstrações contábeis elaboradas de acordo com as estruturas conceituais de contabilidade para propósitos especiais de períodos findos em, ou após, 31.12.2016;

c) Auditoria de quadros isolados das demonstrações contábeis (Norma Brasileira de Contabilidade NBC TA nº 805): dispõe sobre a auditoria de quadros isolados das demonstrações contábeis e de elementos, contas ou itens específicos das demonstrações contábeis de períodos findos em, ou após, 31.12.2016; e

d) Responsabilidade do auditor independente na emissão de relatório sobre demonstrações contábeis condensadas (Norma Brasileira de Contabilidade NBC TA nº 810): trata das responsabilidades do auditor independente relacionadas com o trabalho para a emissão de relatório sobre demonstrações contábeis condensadas derivadas de demonstrações contábeis auditadas de acordo com as normas de auditoria pelo mesmo auditor, de períodos findos em, ou após, 31.12.2016.

Fonte: LegisWeb

 

Piada: O cachorro do contador

Quatro homens estavam discutindo quem tinha o cachorro mais esperto. Um engenheiro, um contador, um químico e um funcionário público. Pra se exibir, o engenheiro chama a sua cadelinha:
– Régua T, faça aquilo!
Prontamente, a cadela sobe numa mesa, pega papel, caneta e desenha um círculo, um quadrado e um triângulo. Todos, assustados, concordaram que era um cachorro bem esperto… Mas o contador disse que o seu fazia melhor… Chamou sua cadelinha e disse:
– Planilha, vai fundo!
A cadela entrou na cozinha e de lá saiu com 12 biscoitos, os quais dividiu em 3 pilhas de 4. Ainda mais assustados, todos concordaram que aquilo era surpreendente… Mas o químico disse que a sua era melhor…
– Molécula, vai lá!
A cadela levantou-se, abriu a geladeira, pegou um litro de leite, um copo de 300ml e colocou exatamente 200ml de leite nele sem derramar uma gota sequer. Silêncio… todo mundo ficou abismado…
Nesse instante, alguém virou pro funcionário público e perguntou “e o seu cachorro, o que faz?”
– Descanso, sua vez!
Descanso pulou do seu canto, comeu os biscoitos, tomou o leite, fez cocô no papel, transou com as 3 cadelas, alegou que machucou as costas ao fazer isso, protocolou um relatório de dispensa por falta de condições de trabalho e foi pra casa o resto do dia, por dispensa médica …

Piada: O empresário e o contador nadador

 
Em São Paulo, um empresário muito rico decidi fazer uma festa. Antes da festa começar o empresário enche a piscina de crocodilos.
 
 
 
 
 
 


No meio da festa ele sobe em cima do trampolim e fala:

– Eu dou 10 milhões de dólares para quem atravessar a piscina nadando, e esperou…ninguém se atreveu. Então aumentou sua oferta, dizendo;

– E dou mais meu carro e essa mansão.

Um contador sai nadando que nem um louco e consegue atravessar a piscina. Então o empresário diz:

– Comprirei minha palavra, te darei tudo que prometi. Não vai precisar mais fazer SPED, DIRF, imposto de renda de graça para parente. E o contador não aceita nada.
Daí, o empresário pergunta:

-Então o que você quer?

Ele responde:

-Uma arma.

O empresário sem entender pergunta:

– Para que você deseja uma arma, e ele diz:

– Para matar o dono do escritório que me jogou na Piscina!
(É só uma brincadeira amigos).
 
 
Equipe Fórum Contadores.

 

É vedada a reprodução sem a autorização do autor. 

Piada: O contador metido

O sujeito tinha acabado de montar um escritório de contabilidade no interior, nào tinha nem telefone ainda, tinha somente o aparelho, quando de repente ele ve um fulano entrando no escritório.
Para fingir que ja está lá a algum tempo pega o telefone e coméça a fingir que está falando, enquanto o rapaz aguarda.
Depois de deixar o homem aguardando uns cinco minutos ele diz, “pois não senhor” e o homem diz: “há é que eu vim ligar o telefone”.

Ainda é uma boa ideia cursar Ciências Contábeis?

Recebemos todos os dias, diversos e-mail de prováveis estudantes da carreira de ciências contábeis questionando, em linha gerais, se estudar ciências contábeis é uma boa ideia.

Olha essa resposta não é fácil, e aposto que terá leitores que vão pensar diferente, mas vamos lá.

Hoje, sabemos que há empresas contábeis que cobram mensalidade de 50 reais. Não resta a menor dúvida que essas empresas acabam precarizando o ambiente de trabalho e, consequentemente, reduzindo os honorários e salários de todos.

Quem nunca ouviu? Ah mas o meu contador faz tudo isso por 100 reais.

Essas “profissionais” que aceitam receber menos, até porque não não oferecem um serviço de qualidade inferior, mesmo que não queiram, acabam puxando os valores de mercado para baixo.

Por outro lado, com as constantes mudanças que temos na legislação, mudanças de sistemas (SPED, e-Social, e-CAC,) e demais tecnologias, faz com que o mercado procure por profissionais altamente especializados.

E isso custa treinamento, tempo, bons salários e especialização.

Desse modo, entendemos que estudar ciências contábeis ainda é uma boa ideia. Pensamos que os bons profissionais sempre terão espaço e bom ganhos.

Gostou? Deixa sua opinião nos comentários.

Equipe Fórum Contadores

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Dicas de TCC para Ciências Contábeis em 2017

Com o retorno das aulas, os estudantes que estão no último ano do curso de ciências contábeis têm que escolher o tema que vão apresentar no TCC.

Desse modo, objetivando auxiliá-los, postamos abaixo alguns temos que podem servir para apresentação do TCC.

1 – Reforma tributária
2 – Responsabilidade civil do contador por erros
3- Contribuição previdenciária sobre a receita bruta
4 – Responsabilidade criminal do contador
5- Planejamento tributário

Tem mais algum tema para indicar? Envie para a redação: contabeiscursos@gmail.com

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100 dicas de TCC na área contábil

1.            A Auditoria Independente
2.            A Contabilidade como Conhecimento
3.            A Contabilidade como Instrumento da Gestão
4.            A Contabilidade do Terceiro Setor

5.            A Contabilidade e o Controle de Custos
6.            A Contabilidade – Instrumento de Economia Fiscal
7.            A Contabilidade na Gestão Empresarial
8.            A Contabilidade nos Órgãos Públicos
9.            A Contabilidade nos Partidos Políticos
10.         A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)
11.         A Importância de uma Contabilidade Saudável
12.         Análise Financeira de Balanços
13.         A Nova Lei Contábil (Lei 11.638)
14.         A Padronização das Normas Contábeis
15.         A Responsabilidade Social e Civil do Contabilista
16.         Apresentação das Demonstrações Contábeis
17.         Aquisição de Bens por Meio de Consórcio
18.         Ativos Intangíveis – Registro Contábil e Avaliação
19.         Ativos ou “Bens” Intangíveis
20.         Auditoria e Gestão Empresarial
21.         Auditoria Independente nas Empresas de Grande Porte
22.         Auditoria Interna e Sua Importância para as Organizações
23.         Auditoria – Origem e Evolução
24.         Balanço Social – O que é – Como Fazê-lo
25.         Burocracia Fiscal – Custos Sobem – E os Honorários Contábeis?
26.         Classificação Contábil – Procedimentos Básicos
27.         CNAI – Perguntas e Respostas
28.         Cobre Adequadamente por Seus Serviços!
29.         Comissão Vinculada ao Recebimento da Venda – Contabilização
30.         Como Calcular Honorários Periciais
31.         Como Funcionam as Cooperativas?
32.         Considerações sobre o Auditor Independente
33.         Contabilidade e Decisões Empresariais
34.         Contabilidade é Essencial na Aquisição de Empresa
35.         Contabilidade e Moralidade Pública
36.         Contabilidade e Transparência do Terceiro Setor
37.         Contabilidade nas Operações Rurais
38.         Contabilidade Pública
39.         Contabilistas são Pouco Reconhecidos pelo Governo
40.         Contabilistas Reclamam de Prazos Exíguos
41.         Contabilização do PIS e COFINS na Importação
42.         Contabilização pelo Regime de Competência x Provisão
43.         Controladoria – Gestão de Contratos
44.         Controle Interno Reduz os Riscos no Dia-a-Dia da Empresa
45.         Controles Internos da Produção para Acabar com Fraudes, Erros e Ineficiências
46.         Convergência das Normas Contábeis Internacionais
47.         Cooperativas – Sobras do Exercício
48.         Cuidados ao Fechar uma Empresa
49.         Cuidados na Terceirização Contábil
50.         Custeio por Absorção
51.         Custos e Produtividade
52.         Custo Padrão
53.         Debêntures – Classificação Contábil
54.         Declaração de Bens e Valores Possuídos no Exterior
55.         DECORE e DHP – Perguntas e Respostas
56.         DECORE: um Documento Importante
57.         Demonstração do Valor Adicionado – DVA
58.         Depreciação x Amortização
59.         Dicas para Elaboração do Orçamento Empresarial, com Base nos Registros Contábeis
60.         Diferenças Entre os Procedimentos Contábeis Nacionais e os Internacionais
61.         Diferenciação entre Custos Diretos e Indiretos
62.         Elaboração das Demonstrações Financeiras
63.         Empreendedorismo e Contabilidade
64.         Empresas têm que Cumprir em Torno de 100 Obrigações
65.         Entidades Filantrópicas Isentas – Entrega do Relatório ao INSS
66.         Escritório de Contabilidade – Análise de Negócio
67.         Escrituração Contábil – Necessidade ou Luxo?
68.         Estrutura de Custeamento
69.         Estrutura do Balanço Patrimonial
70.         Estudo da Viabilidade de Negócios
71.         Exigências Fiscais Sobrecarregam Contabilistas
72.         Formalidades da Escrituração Contábil
73.         Fundo da Infância – Um Desconhecido dos Contabilistas
74.         Gerenciamento e Contabilidade
75.         Guarda e Conservação de Documentos – Condomínios
76.         Harmonização Contábil Brasileira às Normas Internacionais
77.         História da Contabilidade
78.         ICMS – Imobilizado
79.         Importância do Balanço Social no Terceiro Setor
80.         Introdução às Normas Brasileiras de Contabilidade
81.         Investimento Permanente em Coligada ou Controlada com Patrimônio Líquido Negativo
82.         ISS – Valor Fixo – Escritórios de Contabilidade
83.         ISS de Escritórios Contábeis
84.         Laudo de Avaliação – Critérios Técnicos
85.         Licitações – Demonstrativos Contábeis Exigidos
86.         Normas do Departamento Nacional do Registro do Comércio (DNRC)
87.         Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis
88.         O Contabilista Diante do Planejamento Tributário
89.         O Contrato de Prestação de Serviços Contábeis
90.         O Perfil do Contabilista do Século XXI
91.         O Que é Contabilidade Ambiental?
92.         Padrão Contábil Internacional
93.         Participações Societárias
94.         Passivo a Descoberto
95.         Passos para a Formação de uma ONG
96.         Patrimônio de Afetação Exige Contabilidade Individualizada
97.         Perícia Contábil Judicial
98.         PIS e COFINS na Importação de Bens e Serviços
99.         Por que a Contabilidade é Obrigatória?
100.      Por que a Perícia Contábil é Privativa dos Contadores?
101.      Principais Obrigações Contábeis e Fiscais das Empresas
102.      Princípios Fundamentais de Contabilidade
103.      Princípios Fundamentais de Contabilidade aplicada à pequenas e médias empresas.
104.      Profissão: Auditor Independente
105.      Profissão Contábil: Presente e Futuro!
106.      Profissão: Perito Contábil – Dificuldades e Desafios
107.      Planejamento tributário
108.      Provisões, Ativos e Passivos Contingentes
109.      Publicidade e Ética Contábil
110.      Recuperabilidade de Ativos e Reavaliações Espontâneas
111.      Regime de Competência Contábil
112.      Remunerações por Ações
113.      Reserva de Lucros a Realizar
114.      Reservas x Provisões – Diferenciação Contábil
115.      Responsabilidade Solidária do Contabilista
116.      Reversão de Provisões Tributárias
117.      Rotatividade dos Auditores Independentes
118.      Simples Nacional – Existência de Contabilidade – Vantagem na Distribuição de Lucros
119.      SPED Contábil
120.      Super Simples Exigirá mais dos Contabilistas
121.      Taxa de Fiscalização – CVM
122.      Técnicas Mais Usadas por Fraudadores
123.      Teoria da Contabilidade
124.      Tire da Boca do Leão e dê para as Crianças!
125.      Vantagens da Escrituração Contábil
   Referência: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas002.htm