Dicas de TCC para Ciências Contábeis

Com o retorno das aulas, os estudantes que estão no último ano do curso de ciências contábeis têm que escolher o tema que vão apresentar no TCC.

Desse modo, objetivando auxiliá-los, postamos abaixo alguns temos que podem servir para apresentação do TCC.

1 – Reforma tributária
2 – Responsabilidade civil do contador por erros
3- Contribuição previdenciária sobre a receita bruta
4 – Responsabilidade criminal do contador
5- Planejamento tributário

6- E-Social

Tem mais algum tema para indicar? Envie para a redação: contabeiscursos@gmail.com

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Prospecção de Clientes na Contabilidade

Todo Contador tem receio de prospectar novos clientes. Mas a prospecção é o único caminho até o crescimento. Se fizéssemos uma pesquisa, 9 em cada 10 contadores diriam ter um sério problema com a prospecção.

Isso não significa que eles não façam prospecção, mas sim que eles não gostam, ou não sabem como fazer direito. E o primeiro passo talvez seja aprender a como fazer a coisa certa, ao invés de prospectar de qualquer jeito.
Basicamente os contadores não gostam da prospecção porque não estão fazendo do jeito certo. Eles ligam, não conhecem muito sobre a empresa, sobre o cliente, ou sobre quem é o responsável pela empresa. Feito isso, eles não sabem também como o produto pode ajudar seus clientes a serem melhores. Ou seja, ao invés de uma chamada fria, poderíamos dizer que é um verdadeiro tiro no escuro. Não sabemos por que estamos ligando, o que devemos falar, o que pensar, muito menos como lidar com o feedback do empresário.
E no meio disso tudo, muitas vezes colocamos oportunidades de vendas a perder. E não estamos dizendo apenas sobre o que acontece quando um contador novo faz prospecção.
Quando o relacionamento é necessário? Estamos dizendo que, a pressão por falar com novas oportunidades faz com que os contadores trabalhem a prospecção de uma maneira muito amadora, espantando os potenciais clientes. Por mais que você não goste de prospectar, é justamente a prospecção que te permitirá ampliar a carteira de clientes e conquistar novos mercados.
A prospecção é como se fosse a fechadura para novas oportunidades de vendas, para novos clientes e para o aumento da lucratividade. Se você prospectar do jeito certo, vai conseguir fazer com que o seu discurso de vendas toque o seu cliente, fazendo-o enxergar todo o valor de seu produto ou serviço. Quando isso acontece, você abre as portas. E quando você abre as portas certas, você vende mais, conhece mais pessoas e faz com que novas pessoas conheçam mais sobre a sua marca e sobre seu negócio.
É dessa maneira que você leva boas novas para os clientes. O primeiro passo da prospecção é entender a sua importância, para realmente enxergarmos os benefícios dessa prática. Agora que você já entende o papel da prospecção no processo comercial, está na hora de pensar no passo-a-passo certo para uma prospecção de sucesso.
Rogerio Fameli – CEO da Arena PME / Fundador do Portal Abertura Simples
CEO da Arena PME / Fundador do Abertura Simples / Especialista em Marketing Digital. O Abertura Simples é o primeiro e maior portal de abertura de empresas do Brasil que conceta novos empreendedores a experientes contadores para ajudá-los no inicio de seus negócios. http://www.aberturasimples.com.br

Passo a passo para calcular o preço para fazer a declaração do imposto de renda

 
 

Precificar para fazer a Declaração do Imposto de Renda dos clientes é uma tarefa árdua, por vezes mais difícil do que a própria execução do serviço. E não pela demora no cálculo, mas pela dificuldade. Isso é um problema para você?

Precificar, ou seja, o ato de atribuir preço a um serviço ou produto deve ser considerado um momento glorioso, de responsabilidade, de inteligência e do reconhecimento de valor. Aplicar o preço nunca deveria ser uma atividade estressante, mas apenas a sequência do planejamento, das diretrizes daquilo que foi traçado para o negócio. Tomemos como exemplo um restaurante de frente para o mar, móveis finos, ambiente espaçoso e climatizado e garçons bem treinados. Quanto você imagina ser o preço de uma refeição? Observe que nem foi dito qual é o prato. O cliente irá almoçar, ou seja, “matar a fome”. Será este o único objetivo? O preço deve estar alinhado com o planejamento e arcar com o custo dos serviços ofertados para resultar em lucro justo. Sim, justo! O lucro justo não será avaliado apenas em consideração à refeição, mas pelo conjunto.

Quando uma pessoa física procura o contador para lhe auxiliar no atendimento da exigência fiscal, será que o profissional deve fazer apenas a Declaração do Imposto de Renda, por exemplo? Por que não experimentar oferecer mais do que simplesmente o prato de comida? Outros serviços que contribuem para a precificação com maior lucratividade são: sala climatizada, móveis adequados, limpos e confortáveis, atendimento personalizado, cafezinho, bala ou chocolate, checklist para que nada fique esquecido etc. Estas e tantas outras coisas fazem com que o cliente perceba mais valor no serviço.

Normalmente os clientes perguntam: “quanto você cobra para fazer a minha declaração?” Muitos respondem prontamente o preço, provavelmente em função de não conseguir informar VALORES além do preço. A palavra VALOR pode ser substituída por DIFERENCIAIS. Quais são os diferenciais dos seus serviços que faz, algumas vezes, o cliente avaliá-lo simplesmente pela qualidade do prato de comida?

Será possível aplicar todas estas experiências para o serviço da Declaração do Imposto de Renda PF? Certamente é necessário calcular para saber se o que se pretende oferecer irá gerar lucratividade. Então é preciso também fazer contas.

Para definir o preço de declarações do Imposto de Renda PF, e esta mesma regra serve para qualquer outro serviço, deve-se levar em conta: custo da hora trabalhada, outros custos e materiais necessários, tempo que será exigido para fazer o trabalho, se o cliente é eventual, complexidade do serviço, montante do patrimônio e imposto envolvido e antecedência (ou não) da solicitação.


Proponho um passo a passo para definir o preço para fazer a Declaração do Imposto de Renda PF:

1º) Apure o custo da hora trabalhada e forme o preço de venda com o lucro que você considera justo. A sugestão é nunca ser inferior a 20%;

2º) Nunca forneça preço por telefone;

3º) Siga um checklist para identificar os serviços necessários além da simples Declaração, caso do Ganho de Capital, Atividade Rural e o controle das parcelas do imposto a pagar, entre tantas outras peculiaridades;
4º) Com base no checklist apure a necessária quantidade de horas para prestar o serviço completo. Lembre-se que você manterá a cópia de segurança da Declaração. Talvez os documentos impressos fiquem em seu arquivo e o cliente poderá fazer contatos durante o ano para sanar dúvidas, saber sobre a restituição do imposto, solicitar cópias ou necessitar de auxílio porque caiu na “malha fina”. Nesta última situação você irá cobrar acessoriamente ou já ficará incluso no processo de fazer a Declaração?

5º) Calcule o preço sugerido com base nos custos, ou seja, multiplique o número das horas necessárias para fazer a Declaração (item 4º) pelo preço de venda calculado no item 1º. Lembre-se de adicionar os custos com terceiros ou outros materiais necessários. Este deve ser o preço mínimo a ser aplicado, com ele será possível obter lucro;

6º) Para definir o preço final do serviço considere aspectos como: se o cliente é eventual, a complexidade da Declaração, o montante do patrimônio e do imposto envolvido e a antecedência (ou não) da solicitação do serviço. Quanto maior o preço, mas desde que o cliente perceba valor, melhor, pois o lucro também será maior.
O contador preocupa-se muito com o processo de prestar bons serviços e isto é importante, mas nem sempre dá a devida atenção para precificar adequadamente. Lembre-se que este é um serviço sazonal, motivo pelo qual é mais difícil manter profissionais treinados para executá-lo. Muitas vezes são pagas horas extras para colaboradores e este custo, bem como o tempo do treinamento, deve ser computado para identificar o real lucro líquido deste serviço esporádico. Outro fator importante a ser ponderado é que você será cobrado pelo cliente por, ao menos, cinco anos, prazo do próprio Fisco.

Atenção: defina e informe o preço antes de iniciar o trabalho, mesmo que o cliente não solicite. Sempre que possível registre o serviço e o preço combinado e peça ao cliente para assinar a via do pedido ou contrato.

Gilmar Duarte

 

Dicas de TCC para Ciências Contábeis em 2017

Com o retorno das aulas, os estudantes que estão no último ano do curso de ciências contábeis têm que escolher o tema que vão apresentar no TCC.

Desse modo, objetivando auxiliá-los, postamos abaixo alguns temos que podem servir para apresentação do TCC.

1 – Reforma tributária
2 – Responsabilidade civil do contador por erros
3- Contribuição previdenciária sobre a receita bruta
4 – Responsabilidade criminal do contador
5- Planejamento tributário

Tem mais algum tema para indicar? Envie para a redação: contabeiscursos@gmail.com

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100 dicas de TCC na área contábil

1.            A Auditoria Independente
2.            A Contabilidade como Conhecimento
3.            A Contabilidade como Instrumento da Gestão
4.            A Contabilidade do Terceiro Setor

5.            A Contabilidade e o Controle de Custos
6.            A Contabilidade – Instrumento de Economia Fiscal
7.            A Contabilidade na Gestão Empresarial
8.            A Contabilidade nos Órgãos Públicos
9.            A Contabilidade nos Partidos Políticos
10.         A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)
11.         A Importância de uma Contabilidade Saudável
12.         Análise Financeira de Balanços
13.         A Nova Lei Contábil (Lei 11.638)
14.         A Padronização das Normas Contábeis
15.         A Responsabilidade Social e Civil do Contabilista
16.         Apresentação das Demonstrações Contábeis
17.         Aquisição de Bens por Meio de Consórcio
18.         Ativos Intangíveis – Registro Contábil e Avaliação
19.         Ativos ou “Bens” Intangíveis
20.         Auditoria e Gestão Empresarial
21.         Auditoria Independente nas Empresas de Grande Porte
22.         Auditoria Interna e Sua Importância para as Organizações
23.         Auditoria – Origem e Evolução
24.         Balanço Social – O que é – Como Fazê-lo
25.         Burocracia Fiscal – Custos Sobem – E os Honorários Contábeis?
26.         Classificação Contábil – Procedimentos Básicos
27.         CNAI – Perguntas e Respostas
28.         Cobre Adequadamente por Seus Serviços!
29.         Comissão Vinculada ao Recebimento da Venda – Contabilização
30.         Como Calcular Honorários Periciais
31.         Como Funcionam as Cooperativas?
32.         Considerações sobre o Auditor Independente
33.         Contabilidade e Decisões Empresariais
34.         Contabilidade é Essencial na Aquisição de Empresa
35.         Contabilidade e Moralidade Pública
36.         Contabilidade e Transparência do Terceiro Setor
37.         Contabilidade nas Operações Rurais
38.         Contabilidade Pública
39.         Contabilistas são Pouco Reconhecidos pelo Governo
40.         Contabilistas Reclamam de Prazos Exíguos
41.         Contabilização do PIS e COFINS na Importação
42.         Contabilização pelo Regime de Competência x Provisão
43.         Controladoria – Gestão de Contratos
44.         Controle Interno Reduz os Riscos no Dia-a-Dia da Empresa
45.         Controles Internos da Produção para Acabar com Fraudes, Erros e Ineficiências
46.         Convergência das Normas Contábeis Internacionais
47.         Cooperativas – Sobras do Exercício
48.         Cuidados ao Fechar uma Empresa
49.         Cuidados na Terceirização Contábil
50.         Custeio por Absorção
51.         Custos e Produtividade
52.         Custo Padrão
53.         Debêntures – Classificação Contábil
54.         Declaração de Bens e Valores Possuídos no Exterior
55.         DECORE e DHP – Perguntas e Respostas
56.         DECORE: um Documento Importante
57.         Demonstração do Valor Adicionado – DVA
58.         Depreciação x Amortização
59.         Dicas para Elaboração do Orçamento Empresarial, com Base nos Registros Contábeis
60.         Diferenças Entre os Procedimentos Contábeis Nacionais e os Internacionais
61.         Diferenciação entre Custos Diretos e Indiretos
62.         Elaboração das Demonstrações Financeiras
63.         Empreendedorismo e Contabilidade
64.         Empresas têm que Cumprir em Torno de 100 Obrigações
65.         Entidades Filantrópicas Isentas – Entrega do Relatório ao INSS
66.         Escritório de Contabilidade – Análise de Negócio
67.         Escrituração Contábil – Necessidade ou Luxo?
68.         Estrutura de Custeamento
69.         Estrutura do Balanço Patrimonial
70.         Estudo da Viabilidade de Negócios
71.         Exigências Fiscais Sobrecarregam Contabilistas
72.         Formalidades da Escrituração Contábil
73.         Fundo da Infância – Um Desconhecido dos Contabilistas
74.         Gerenciamento e Contabilidade
75.         Guarda e Conservação de Documentos – Condomínios
76.         Harmonização Contábil Brasileira às Normas Internacionais
77.         História da Contabilidade
78.         ICMS – Imobilizado
79.         Importância do Balanço Social no Terceiro Setor
80.         Introdução às Normas Brasileiras de Contabilidade
81.         Investimento Permanente em Coligada ou Controlada com Patrimônio Líquido Negativo
82.         ISS – Valor Fixo – Escritórios de Contabilidade
83.         ISS de Escritórios Contábeis
84.         Laudo de Avaliação – Critérios Técnicos
85.         Licitações – Demonstrativos Contábeis Exigidos
86.         Normas do Departamento Nacional do Registro do Comércio (DNRC)
87.         Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis
88.         O Contabilista Diante do Planejamento Tributário
89.         O Contrato de Prestação de Serviços Contábeis
90.         O Perfil do Contabilista do Século XXI
91.         O Que é Contabilidade Ambiental?
92.         Padrão Contábil Internacional
93.         Participações Societárias
94.         Passivo a Descoberto
95.         Passos para a Formação de uma ONG
96.         Patrimônio de Afetação Exige Contabilidade Individualizada
97.         Perícia Contábil Judicial
98.         PIS e COFINS na Importação de Bens e Serviços
99.         Por que a Contabilidade é Obrigatória?
100.      Por que a Perícia Contábil é Privativa dos Contadores?
101.      Principais Obrigações Contábeis e Fiscais das Empresas
102.      Princípios Fundamentais de Contabilidade
103.      Princípios Fundamentais de Contabilidade aplicada à pequenas e médias empresas.
104.      Profissão: Auditor Independente
105.      Profissão Contábil: Presente e Futuro!
106.      Profissão: Perito Contábil – Dificuldades e Desafios
107.      Planejamento tributário
108.      Provisões, Ativos e Passivos Contingentes
109.      Publicidade e Ética Contábil
110.      Recuperabilidade de Ativos e Reavaliações Espontâneas
111.      Regime de Competência Contábil
112.      Remunerações por Ações
113.      Reserva de Lucros a Realizar
114.      Reservas x Provisões – Diferenciação Contábil
115.      Responsabilidade Solidária do Contabilista
116.      Reversão de Provisões Tributárias
117.      Rotatividade dos Auditores Independentes
118.      Simples Nacional – Existência de Contabilidade – Vantagem na Distribuição de Lucros
119.      SPED Contábil
120.      Super Simples Exigirá mais dos Contabilistas
121.      Taxa de Fiscalização – CVM
122.      Técnicas Mais Usadas por Fraudadores
123.      Teoria da Contabilidade
124.      Tire da Boca do Leão e dê para as Crianças!
125.      Vantagens da Escrituração Contábil
   Referência: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas002.htm